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Estudo aponta falha no ODF: padrão omite assinatura digital
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ABES considera que ABNT deveria aguardar versão ODF com suporte para assinatura digital |
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Assinatura digital promove agilidade ao trâmite de documentos aliada a segurança e validade jurídica |
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ABNT decidirá amanhã, apesar das críticas, se aprova ODF como norma brasileira |
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18 de fevereiro de 2008 |
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Tema da Semana
Estudo aponta falha no ODF: padrão omite assinatura digital
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| Leandro Jekimim, pesquisador do LTIA |
Estudo do LTIA (Laboratório de Tecnologia da Informação Aplicada) da UNESP/Bauru (Universidade Estadual Paulista), que explora as novas demandas de documentos eletrônicos, como autenticidade, integridade e validade jurídica, revela que o ODF (OpenDocument Format), formato de padrão aberto de documentos, não implementa a assinatura digital, ferramenta fundamental que comprova autenticidade de documentos eletrônicos. Análoga à assinatura física em papel, a assinatura digital é gerada por um arquivo adicionado ao computador que garante a identidade na Internet (certificado digital). É o único meio legalmente aceito para que pessoas possam assinar documentos eletrônicos com a mesma validade jurídica da assinatura de “próprio punho”.
O estudo, assinado pelos pesquisadores do LTIA Leandro Jekimim e Daniel Assad, com orientação do professor Eduardo Morgado, tem como objetivo disponibilizar um software de código aberto que promove a inserção, remoção e visualização de assinaturas digitais em documentos eletrônicos, operando de forma independente de suítes de aplicativos de escritório. Intitulada “Assinador Digital para Padrões XML Abertos de Documentos”, a pesquisa se traduz em uma discussão sobre a falta de normatização de assinaturas digitais na especificação do OpenDocument Format.
O texto explica que o OpenDocument Format omite a assinatura digital em seus aplicativos. “O ODF apresentou falha no suporte a assinaturas digitais, uma vez que sua especificação não define como devem ser tratadas assinaturas digitais em documentos. É conhecido que a suíte de escritório OpenOffice org 2.3.1 disponibiliza a inclusão e validação de assinatura digital em documentos ODF. Apesar de tornar possível o suporte a assinaturas digitais, este recurso é implementado através de extensões proprietárias do OpenOffice org 2.3.1. Embora permita em sua especificação o uso de extensões proprietárias, elas incluem ao pacote ODF novos conteúdos XML, cujas tags e atributos não são encontrados ou referenciados pelo texto da ISO/IEC 26300:2006, de forma que esta funcionalidade implementada pelo OpenOffice.org 2.3.1 não possui conformidade normativa com a especificação e não pode ser reproduzida em outras ferramentas”.
“Além da abertura de documentos, essa é uma questão importante para permitir aplicações futuras que tenham validade jurídica e que possam tornar o documento interoperavel. Na versão atual da ISO, o ODF não faz qualquer referência à assinatura digital. Alguns aplicativos que implementam o ODF, como o Open Office, suportam assinatura digital, mas vale deixar claro que isso é do Open Office e não do ODF. Ele armazena essa informação dentro documento de maneira proprietária, não é possível garantir nenhuma interoperabilidade”, ressalta o estudo.
A ausência do tratamento de assinaturas digitais na especificação do OpenDocument Format cria problemas de interoperabilidade entre os aplicativos que se propõem a implementar esta funcionalidade. A interoperabilidade pode ser definida como a existência de padrões abertos e reconhecidos que possibilita a permutação de dados entre aplicativos de forma transparente. E a falta de uma descrição normativa do mecanismo de assinaturas digitais, como parte da especificação do OpenDocument Format, permite que dois aplicativos diferentes implementem mecanismos proprietários divergentes e incompatíveis para assinatura digital, trazendo prejuízos para o crescente número de usuários que utilizam esta funcionalidade
Desenvolvimento
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| Estudo da UNESP
revela que ODF não implementa assinatura digital |
Os pesquisadores do LTIA desenvolveram um software simples de assinatura digital ao qual deram o nome de "Assinador Digital", espécie de software livre com tecnologia Microsoft (.Net). “Não seria possível fazer um ‘assinador’ que assinasse um arquivo binário. Como seria um .doc, precisaríamos usar os padrões abertos, baseados em XL. Começamos a implementar pelos aplicativos da Microsoft, que usam o Open XML e conseguimos desenvolver o assinador. Continuando o trabalho, passamos para os aplicativos que usam o ODF. Descobrimos que as especificações ODF não fazem referência a esse tipo de questão, ou seja, não dizem como se inclui uma assinatura digital. Foi constatado que o ODF é um padrão que deixou uma questão importante de fora”.
Foram feitos assinadores para documentos ODF, gerados por aplicativos do BR_Office. Descobriram que conseguiriam fazer, mas não seria um padrão. “Se aprovada essa norma, tal como está, ela vai ter que ser implementada com exceções, e para ser usada terá de prever exceções. Em suma, é uma norma que não faz seu papel de norma”.
De acordo com o estudo, a omissão da assinatura digital é uma grande falha, visto a importância que a ferramenta representa para o governo, setor privado e cidadãos. “A assinatura digital é baseada em um certificado de identidade, que garante a uma determinada pessoa ou empresa ser ela mesma. Por exemplo, a Receita Federal emite um certificado garantindo que você é você, assim como emite o CPF (Cadastro de Pessoas Físicas). Ela garante a identidade, que será usada para assinar um documento. É uma validade como a assinatura manual”.
“Uma empresa, por exemplo, que tem várias filiais e precisa assinar um documento, ao invés do mesmo seguir para cada uma através do correio, coloca-se o documento em algum lugar e alguém baixa e assina, coloca lá de volta, e assim sucessivamente. Um processo que demoraria um mês para que todas as filiais assinassem, em um dia consegue-se todas as assinaturas”.
O uso da assinatura digital, de acordo com os pesquisadores, está sendo bastante incentivado no Brasil, principalmente, depois da criação da ICP Brasil ou Infra-estrutura de Chaves Públicas (sigla no Brasil para PKI - Public Key Infrastructure -, conjunto de técnicas, práticas e procedimentos elaborado para suportar um sistema criptográfico com base em certificados digitais), instituída em 2001. “No Brasil a ICP foi criada para normatizar a assinatura digital e estimular o uso da ferramenta, por isso surgiram o e-CPF e o e-CNPJ (documentos eletrônicos vinculados aos números dos respectivos documentos físicos - cartões de CPF e de CNPJ). Estas criações são reflexos de esforços para normatizar o certificado digital”.
A pesquisa do LTIA ressalta a importância da assinatura digital e explica que os usuários do ODF perdem com a omissão a ferramenta. “É uma grave falha porque os usuários deixam de ter essa funcionalidade no documento. Se esse aspecto não é suportável pelo documento, o usuário perde em termos de interoperabilidade. Ou seja, todos os benefícios da assinatura digital não serão usufruídos, e sabemos que hoje as novas demandas que o usuário tem com documentos digitais tende a precisar da assinatura digital. Conseguem ter uma ferramenta de colaboração online, mas precisam garantir a autenticidade daquele documento, conseguem fazer contratos, mas precisam assiná-lo de maneira interoperavel, ou seja, fazer com que todos consigam reconhecer aquela assinatura e validá-la como sendo feita através de uma raiz confiável”.
“Com a falha, toda essa questão que envolve a autenticidade, a validade legal e a garantia de quem produziu o documento é deixada de lado. As novas demandas que os documentos eletrônicos exigem, parte delas os usuários não vão poder utilizar com o ODF. E, apesar do Open Office implementar a assinatura digital, não será interoperavel. Se eu for para uma outra suíte que implementa o ODF, que tem 100% em conformidade com o padrão, não conseguirei abrir a assinatura digital feita no Open Office. Costuma-se confundir bastante, mas não é porque está implementado no Open Office que o ODF tem. Apesar desse aplicativo ser o mais famoso, várias ferramentas implementam processos do ODF e eles são incompatíveis com a assinatura digital”.
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| Eduardo Morgado, coordenador do LTIA, da Unesp-Bauru |
"O estudo da UNESP comprova algo que os pesquisadores e desenvolvedores observavam com freqüência: o ODF não prevê o uso de assinaturas digitais, inclusive com certificados ICP-Brasil. No desenvolvimento de um projeto, os pesquisadores da UNESP avaliaram a possibilidade de uso dos padrões abertos baseados em XML – ODF, OpenXML e XPS – para a criação de um software capaz de trabalhar com assinaturas de documentos eletrônicos. Com o estudo, mostrou-se que OpenXML e XPS suportaram assinatura digital, enquanto o ODF, não. Para saber a razão que o ODF não suportava assinaturas digitais, observou-se que o problema ocorre no documento de descrição do padrão, que não possui qualquer definição sobre o uso de assinaturas digitais. Os problemas se agravam em decorrência das adaptações das suítes OpenOffice ou BrOffice, que lidam com assinaturas digitais e geram conflito com outras suítes. As conclusões do trabalho foram: a) que o ODF não suporta assinatura digital, e é necessária uma reorientação no padrão, b) quando os pesquisadores encontraram aplicações que estavam suportando assinatura digital era porque tinham adaptação na suíte, assim, fica só possível com o uso de uma adaptação (ou improviso). Se for aprovado pela ABNT tal como está, ficará vulnerável a aceitar qualquer adaptação. O estudo não fez recomendação, mas os pesquisadores consideram que a melhor solução, agora, seria esperar uma versão em que o ODF faça as correções necessárias".
* O artigo científico “Assinador Digital para Padrões XML Abertos de Documentos” está disponível no site do LTIA www.ltia.fc.unesp.br. |
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Debate
Assinatura digital promove agilidade ao trâmite
de documentos aliada a segurança e validade jurídica
Em nosso dia-a-dia é comum necessitarmos comprovar a autenticidade de um documento e atribuí-lo um valor, seja através de uma assinatura à caneta, de um carimbo ou de um selo de autenticação. No mundo eletrônico também precisamos de meios de autenticação e comprovação.
Imagine-se na seguinte situação: você está viajando a negócios e tem que enviar à matriz da empresa documentos oriundos das reuniões que participou. O jeito mais rápido de fazer isso é enviar os documentos pela internet. Se esses documentos fossem entregues em papel, você certamente assinaria para comprovar sua autenticidade e sua responsabilidade sobre eles. Porém, em se tratando de arquivos digitais, como é que você fará a assinatura? Escreverá seu nome em um pedaço de papel, o passará por um scanner e o adicionará ao arquivo? Certamente, não. O que você deve fazer é usar uma assinatura digital.
A assinatura digital é a garantia que o usuário tem, ao enviar informações pela Internet, de que seus dados não serão adulterados, além de dar ao destinatário a certeza de que está recebendo tais informações do verdadeiro remetente.
Isto é feito através de duas chaves de acesso. Uma é privada, de propriedade exclusiva do usuário. A outra é pública e toda vez que o usuário envia informações pela Internet essa chave segue junto, para que o remetente possa estar certo da integridade e da privacidade das informações recebidas.
Conforme a Medida Provisória 2.200-2, de 24 de agosto de 2001, a lei brasileira determina que qualquer documento digital tem validade legal se for certificado pela ICP-Brasil (Infra-estrutura de Chaves Públicas), órgão do governo criado com o objetivo de estabelecer bases técnicas e metodológicas para a criação de um sistema de certificação digital através de chaves públicas.
Mas isto não significa que só as certificações emitidas sob a chancela da ICP-Brasil tenham validade no País. Qualquer outra certificação digital que não esteja vinculada ao órgão pode ser reconhecida juridicamente, desde que haja um acordo entre as partes envolvidas.
TIC Brasil Mercado quis saber qual o benefício da assinatura digital para a sociedade?
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| Rogério Santanna, titular da Secretaria de Logística e Tecnologia da Informação (SLTI) do Ministério do Planejamento |
“Os principais sistemas gerenciados pela Secretaria de Logística e Tecnologia da Informação (SLTI) do Ministério do Planejamento utilizam certificação digital para garantir a segurança de suas informações. É o caso do Sistema de Concessão de Diárias e Passagens (SCDP), que automatizou o processo de aprovação de diárias e passagens de servidores federais, e também do Sistema de Compras Eletrônicas do Governo Federal que em 2008 deverá concluir a certificação dos 6.450 servidores que atuam nessa área. A assinatura digital resulta de uma operação matemática que utiliza criptografia e permite aferir, com segurança, a origem e a integridade do documento. Ela fica de tal modo vinculada ao documento eletrônico que, caso seja feita qualquer alteração, a assinatura se torna inválida. Desde 2004 quando foi implantado, o SCDP utiliza certificados digitais para aprovar as viagens e o pagamento de diárias para servidores públicos do Governo Federal. Atualmente o sistema está implantado em 36 órgãos entre ministérios, autarquias, fundações e agências, totalizando cerca de cem unidades usuárias em todo o país. A partir de 31 de dezembro de 2008, a adesão será obrigatória para todos os órgãos da Administração Federal Direta, Autarquias e Fundações. A certificação digital é fundamental para garantir a validade jurídica dos documentos gerados. A mesma preocupação levou a Secretaria a certificar os servidores públicos federais que atuam com o pregão eletrônico. Dos 6.450 pregoeiros e servidores federais responsáveis pela homologação desse tipo de compra, 3.810 já haviam sido certificados até o início de 2008 em todos os estados”. |
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| Renato Martini, presidente do Instituto Nacional de Tecnologia da Informação, (ITI) |
“No momento atual, em que cada vez mais os processos e as rotinas burocráticas se desmaterializam, ou seja, passam de uma realidade em papel para documentos digitais, a assinatura digital, como parte integrante de um certificado digital, dá segurança e validade jurídica a essas transações. O original dos documentos é digital, assim é fundamental saber com segurança quem assinou e autorizou as transações. Dessa forma, a assinatura digital fornece uma das condições necessárias para a desmaterialização dos processos, dando agilidade e celeridade ao trâmite de documentos aliada a segurança e validade jurídica”. |
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| Dorival Dourado, diretor de Novas Tecnologias e Serviços de TI do Serasa |
“A assinatura digital tem papel fundamental porque consegue trazer para os meios eletrônicos a confiabilidade e segurança que encontramos nos meios tradicionais. Toda vez que você migra os modelos de negócios para a plataforma eletrônica, as empresas, a sociedade, o governo ganham maior agilidade, flexibilidade, reduzem custos e podem, cada vez mais, prestar serviços de maior valor agregado. Os benefícios estão ligados com simplificação de processos, redução de tempo e custos e a possibilidade de elevar o nível de produtividade das empresas, através dessa plataforma eletrônica. O Brasil faz parte do primeiro grupo de países que estão abraçando a possibilidade de utilizar a plataforma eletrônica de negócios de maneira confiável. A assinatura digital no Brasil se traduz em uma validade jurídica, a mesma validade equivalente à assinatura no papel. E para dar essa validade juridicamente, a assinatura digital possui quatro atributos: o primeiro é a privacidade, que garante efetivamente uma comunicação privada, sem interceptação; segundo a integridade, que é uma garantia de que aquele documento eletrônico, uma vez assinado, não foi adulterado, além disso, dá autenticação, pois o signatário pode autenticar sua identidade; e terceiro o não-repúdio, em que o signatário não pode contestar ter assinado o documento eletrônico. Esse conjunto de atributos se traduz como fundamental para a utilização e ampliação da assinatura digital nos diferentes segmentos da sociedade”. |
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“A assinatura digital é um método de autenticação de informação eletrônica análogo à assinatura física em papel. Em função do avanço tecnológico e da volatilidade das informações, é necessário que os documentos circulem de forma ágil e segura pelos meios eletrônicos. A assinatura digital permite autenticidade, integridade e não-repúdio do emissor na troca de informações. Vale lembrar que a utilização da assinatura digital corrobora também para a economia de recursos materiais dentro da empresa”.
Luiz Fernando Costa Pereira da Silva, gerente de Segurança da Informação
dos Correios |
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André Luiz Furtado Pacheco, auditor do Tribunal de Contas da União (TCU) |
“Na área pública, e mais especificamente nos tribunais, a assinatura digital é de suma importância para a implantação do processo eletrônico. O processo eletrônico consiste basicamente na substituição dos documentos impressos que compõem o processo tradicional por documentos gravados em meio eletrônico. Além da economia gerada pelo não uso de papel e da redução do espaço necessário para armazenamento, a tramitação do processo se torna muito mais rápida e segura. A assinatura digital é um dos instrumentos mais importantes para garantir a segurança contemplando a autenticidade, integridade e não repúdio dos documentos eletrônicos”. |
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“As tecnologias da informação estão cada vez mais presentes na vida das pessoas e, portanto, as relações sociais e econômicas se estruturam e se baseiam fortemente nessas tecnologias. Dessa forma, os aspectos de regulação e de relações jurídicas não poderiam ser desconsiderados, enquanto instrumentos de validação dessas relações. Percebe-se que o uso intensivo das tecnologias da informação, permitido tanto pela crescente redução de custos quanto pela ampliação do acesso, demanda investimentos igualmente intensivos em sistemas e ferramentas de segurança.
É nesse contexto que a assinatura digital demonstra a sua oportunidade e conveniência, uma vez que, por meio desse recurso, é possível assegurar que estejam presentes os requisitos de segurança e autenticidade, necessários à perfeição e validade jurídica dessas relações. Outra vantagem relevante no uso da assinatura digital é a economia de outros recursos, dispensáveis nas operações virtuais como, por exemplo, papel e tempo para a emissão, circulação e recebimento de documentos.
A Administração Pública Federal já vem operando há vários anos com sistemas de informações integrados e a assinatura digital já vem sendo utilizada, com vantagens de tempo e segurança, para a validação de vários atos de gestão, contribuindo para uma maior agilidade e transparência quanto ao emprego de recursos públicos”.
Mônica Berton, Coordenadora Geral de Administração do Centro de Pesquisas Renato Archer - CenPRA
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Cesar Brod, diretor da Brod Tecnologia |
“É realidade, há algum tempo, que as pessoas e empresas relacionam-se através de meios eletrônicos. Além do dinheiro que circula nos negócios entre empresas e nas compras feitas por pessoas físicas em lojas virtuais, documentos importantes e, em alguns casos, confidenciais, são trocados usando a internet como transporte. Em todas essas relações e trocas de informações é necessário, cada vez mais, que tenhamos a certeza da autoria de um documento ou da "existência real" de uma determinada instituição. Uma fundamental importância da assinatura digital é a velocidade que ela traz para as negociações. Se antes um negócio feito entre uma empresa gaúcha e outra paulista demandava que uma cópia física de um contrato circulasse entre essas empresas (via correio ou outro meio), com a possibilidade da assinatura digital elimina-se o trânsito de papéis. Considerando a quantidade de empresas e negócios existentes entre elas, um ganho colateral é a diminuição no uso de papel, fato a ser levado em conta em tempos de aquecimento global.
A grande expectativa dos empresários é este ganho de velocidade com a manutenção da segurança da autenticidade das informações nas assinaturas. Com negócios acontecendo de forma mais rápida, todos se beneficiam. O governo tem buscado proporcionar a infra-estrutura para essa possibilidade de verificação da veracidade e "não repúdio" de autoria de documentos em várias iniciativas. O e-CPF já é a assinatura digital do indivíduo, pessoa física. Empresas de certificação digital já estão adequadas aos padrões de troca de informação do governo eletrônico, o e-Ping. Eu diria que a estrutura tecnológica que iguala uma transação "física" a uma transação "virtual" já está disponível, faltando apenas disseminá-la para o uso mais amplo”. |
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Stefano Kubiça, Especialista em Certificação Digital da Companhia de Informática do Paraná (CELEPAR)
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“Sem a assinatura digital não há como viabilizar a equivalência funcional entre documentos em suporte papel e eletrônicos. Com certificação digital é possível também autenticar usuários à distância. Assim, governos e empresas tem à disposição instrumentos para migração dos trâmites e documentos em suporte analógico para o meio digital quando se busca celeridade com legalidade e segurança. Para se adequar a essa nova realidade, atualmente a maioria das empresas está internalizando esse conhecimento por considerar que em função do impacto da mudança que essa nova tecnologia vai proporcionar, o aspecto cultural é fator crítico para o sucesso”. |
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Ricardo Kurtz, presidente da Associação das Empresas Brasileiras de Tecnologia da Informação, Software e Internet (Assespro)
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“Assinatura digital é fundamental tanto nos setores públicos quanto privados, pois só com um mecanismo que confirme de forma segura a identidade e atribuições de um usuário pela Internet ou qualquer meio eletrônico poderemos dar credibilidade e conseqüentemente atrair as pessoas para que utilizem esse tipo de ferramentas, que serão uma grande alavanca para a agilização de processos, garantindo aumento de qualidade e produtividade. As empresas que estão aderindo à assinatura digital não só estão reafirmando sua marca, mas também estão confirmando que seu sistema é seguro em todos os sentidos. A credibilidade desse fator é comparável à segurança de um prédio. Se a sede de uma grande corporação não está bem vigiada, possivelmente, os cuidados não são os necessários. Ter assinatura digital é não colocar em risco nem o próprio patrimônio nem o dos clientes, assegurando confiança e credibilidade, fatores que são também indispensáveis ao governo, que pretende cada vez mais aderir a meios eletrônicos”. |
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Olivier Hallot, diretor da BrOffice.org - Projeto Brasil
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“A importância da assinatura digital é uma questão de cultura dos seus usuários. Nossa experiência nos mostra que a assinatura digital em documentos e planilhas é pouco usada e quase nunca é aceita em cartórios, o que mantém o tramite de documentos em cartórios ainda dependente de atas e contratos impressos e assinados manualmente pelas partes. Perde-se velocidade no trâmite burocrático para o cumprimento da legislação. Para a assinatura digital ganhar relevância será necessário divulgar seus benefícios junto aos usuários e capacitá-los a usar adequadamente este recurso. Uma iniciativa dos poderes da República na divulgação e no exemplo do uso da assinatura digital é primordial”. |
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“O volume de negócios e de transações eletrônicas dos mais diversos tipos crescem substancialmente, porém transações eletrônicas requerem extremo cuidado, pois devem garantir confidencialidade, autenticidade e integridade. As tecnologias de assinatura digital protegem tanto o governo quanto o cidadão e as empresas, pois garantem matematicamente que alguém é quem diz realmente ser, descartando qualquer possibilidade de fraude, ou seja, uma pessoa ou entidade se passar por outra. As empresas têm de se adequar às exigências feitas pelo governo, e nos próximos anos estarão buscando mão-de-obra especializada na implantação de ambientes e sistemas que se beneficiem do uso de certificados e assinaturas digitais”.
Miguel Di Ciurcio Filho, consultor da 4Linux
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Debate
ABES considera que ABNT deveria aguardar versão ODF com suporte para assinatura digital
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| José Curcelli, presidente da ABES |
O presidente da ABES (Associação Brasileira de Empresas de Software), José Curcelli, declarou com exclusividade a TIC Brasil Mercado que a versão ODF apresentada na ODF deveria não merecer votação amanhã. "Há informações de que deverá ser apresentada neste ano a versão 1.2 do ODF, que suporta a assinatura digital. Como a ABNT está trabalhando para adotar a norma ISO sobre o tema como uma NBR, e a nova versão deverá tratar deste tema importante, seria razoável aguardar até a publicação da nova versão, para que a aplicação no país já considerasse este novo aspecto", afirma Curcelli, acrescentando que "a assinatura digital foi um grande avanço na desburocratização das relações entre empresas, governos e sociedade em geral. O Brasil tem se destacado neste tema, com soluções de vanguarda".
"Há informações de que deverá ser apresentada neste ano a versão 1.2 do ODF, que suporta a assinatura digital. Como a ABNT está trabalhando para adotar a norma ISO sobre o tema como uma NBR, e a nova versão deverá tratar deste tema importante, seria razoável aguardar até a publicação da nova versão, para que a aplicação no país já considerasse este novo aspecto".
A declaração do presidente da ABES reforça o estudo do Laboratório de Tecnologia de Informação Aplicada (LTIA), da UNESP (Universidade Estadual Paulista), com padrões XML abertos de documentos e que observou ser o ODF omisso para assinatura digital. Na opinião do orientador da pesquisa, o professor Eduardo Morgado, "se o ODF for aprovado pela ABNT tal como está, ficará vulnerável a aceitar qualquer adaptação. O estudo não fez recomendação, mas os pesquisadores consideram que a melhor solução, agora, seria esperar uma versão em que o ODF faça as correções necessárias".
A ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas) realizará, amanhã (19), reunião para decidir se aprova ou não a tradução para o português do padrão de formato aberto ODF (OpenDocument Format), norma ISO/IEC 26300, e, assim, torná-lo também norma brasileira. Estudo da UNESP, entretanto, apontou falha do ODF em relação a não implementação da assinatura digital, ferramenta importante para comprovar a autenticidade de um documento.
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Debate
ICP-Brasil garante autenticidade, integridade
e validade jurídica de documentos eletrônicos
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Em 24 de agosto de 2001 foi lançada a Medida Provisória nº. 2.200–2, que instituiu a Infra-Estrutura de Chaves Públicas Brasileira - ICP-Brasil, criada para “garantir a autenticidade, a integridade e a validade jurídica de documentos em forma eletrônica, das aplicações de suporte e das aplicações habilitadas que utilizem certificados digitais, bem como a realização de transações eletrônicas seguras”.
O ICP-Brasil é um conjunto de técnicas, práticas e procedimentos, a ser implementado pelas organizações governamentais e privadas brasileiras com o objetivo de estabelecer os fundamentos técnicos e metodológicos de um sistema de certificação digital baseado em chave pública.
Esta infra-estrutura possui o Instituto Nacional de Tecnologia da Informação – ITI como Autoridade Certificadora Raiz e foi criada para normatizar itens como os certificados digitais de identidade e estimular o uso deste recurso. Após a sua criação tornou-se possível a normatização e criação do e-CPF e do e-CNPJ (documentos eletrônicos vinculados aos números dos respectivos documentos físicos - cartões de CPF e de CNPJ). Estas criações são reflexos de esforços para normatizar e incentivar o uso do certificado digital no Brasil.
Renato Martini, presidente do ITI, afirma que a criação da ICP-Brasil em 2001, pela Medida Provisória nº. 2002-2, foi importante por dois aspectos básicos. “O primeiro do ponto de vista propriamente computacional, a utilização dessa ferramenta garante a integridade da tramitação de mensagens pela rede mundial de computadores. Isso significa que um contrato assinado digitalmente ou uma transação bancária feita pela Internet quando chega ao seu destino não foi alterada. O segundo aspecto, tão importante quanto, é a segurança jurídica que foi dada pela Medida Provisória nas transações feitas com certificados da ICP-Brasil. Assim, as transações feitas com esses certificados têm valor jurídico e podem servir para concretizar operações comerciais ou que necessitem desse recimento jurídico”.
Publicada no Diário Oficial da União (DOU) em 27/08/2001, de acordo com o art. 10, da MP 2.200-2, "consideram-se documentos públicos ou particulares, para todos os fins legais, os documentos eletrônicos de que trata esta Medida Provisória". No § 1º consta que "as declarações constantes dos documentos em forma eletrônica produzidos com a utilização de processo de certificação disponibilizado pela ICP-Brasil presumem-se verdadeiros em relação aos signatários, na forma do art. 131, da Lei nº 3.071, de 1º de janeiro de 1916 - Código Civil".
Assim, com a edição da referida Medida Provisória, os documentos eletrônicos assinados digitalmente com o uso de certificados emitidos no âmbito da ICP-Brasil têm a mesma validade jurídica que os documentos escritos com assinaturas autógrafas.
Importante frisar que os documentos eletrônicos assinados digitalmente por meio de certificados emitidos fora do âmbito da ICP-Brasil também têm validade jurídica, mas esta dependerá da aceitação de ambas as partes, emitente e destinatário, conforme determina a redação do § 2º do art. 10 da MP nº 2.200-2
O ICP-Brasil é coordenado por um Comitê Organizador e uma Comissão Técnica Executiva. Atualmente, o engenheiro Enylson Flávio Martinez Camolesi exerce a função de coordenador do Comitê Gestor da ICP-Brasil Infra-Estrutura de Chaves Públicas Brasileira como representante da Casa Civil.
“O uso de certificado digital para a pessoa jurídica está bem consolidada. Ações como a nota fiscal eletrônica (NF-e), por exemplo, ou o Speed - escrituração eletrônica - vieram facilitar a vida das empresas e melhorar a qualidade dos controles. O desafio agora e chegar a pessoa natural, ou seja, chegar a população que tem acesso à prestação de serviços via Internet. Há avanços interessantes nessa área, como a prestação de serviços cartoriais, mas ainda temos muito que crescer nessa área” conclui Martini.
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Debate
ABNT decidirá amanhã, apesar das críticas, se aprova ODF como norma brasileira
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| Eugenio Guilherme Tolstoy De Simone, diretor de normalização da ABNT |
A padronização de documentos eletrônicos gerados por editores de texto e planilhas, em pauta nas agendas de vários países, é tema bastante discutido entre os especialistas da área de TI. E um capítulo especial sobre o assunto acontece, agora, em terras brasileiras. Trata-se da tradução do padrão de formato aberto ODF (OpenDocument Format), norma ISO/IEC 26300, para o português do Brasil. Nesse contexto, a ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas) realizará, amanhã (19), reunião para decidir se a norma ISO também se tornará norma brasileira.
De acordo com os procedimentos da ABNT, ao receber uma tradução de norma de um grupo de trabalho, a mesma vai à consulta pública durante um período de 30 dias, permitindo que qualquer interessado faça a revisão da tradução e envie seus comentários. Após esse prazo, os comentários serão analisados pelo Grupo de Trabalho e serão feitas as eventuais complementações ou correções no texto. O passo seguinte é a apresentação, em uma reunião, com a presença da Comissão de Estudos e de todos que enviaram opinião para deliberar a aprovação.
O ODF foi traduzido para o português pelo Grupo de Trabalho 1 da Comissão de Estudos (CE-21:034.00) da ABNT. Segundo a orientação da agência, a tradução para o português se faz necessária, pois de acordo com a legislação vigente, todas as normas técnicas brasileiras devem ser publicadas neste idioma.
Segundo a Gerência do Processo de Normalização da ABNT, por consenso das entidades/empresas representativas do setor, foi criada a Comissão de Estudo (CE-21:034.00) para discussão, entre outros documentos, da ISO/IEC 26300. “As atividades da CE-21:034.00 estão sendo mantidas com recursos próprios da ABNT, visto que a condição de rateio de seus custos por mais de uma entidade/empresa não foi alcançada. Todas as decisões da CE-21:034.00 serão tomadas sempre por consenso, não existindo a possibilidade de controle por qualquer entidade/empresa. A escolha de um determinado padrão pertence unicamente ao seu usuário, não sendo limitada pela existência de uma norma técnica. As decisões de quaisquer de suas Comissões de Estudo levarão sempre em conta apenas aspectos técnicos, sem envolvimento de questões políticas, ideológicas ou comerciais”, aponta a gerência da ABNT ao explicar o processo de aprovação.
“Cabe ressaltar que a decisão de adotar ou não a ISO/IEC 26300 é unicamente dos membros da Comissão. À ABNT cabe somente a gestão do processo e a garantia de que este ocorra de acordo com os princípios internacionais da normalização”.
Diante do estudo da UNESP (Universidade Estadual Paulista), que aponta falha do ODF em relação a não implementação da assinatura digital, especialistas refletem sobre a aprovação da tradução do padrão ODF, uma vez que se comprovou que ele é omisso e não aceita assinatura digital, um instrumento importante para a consolidação do governo eletrônico e para a segurança de documentos digitais.
“Atualmente, vivemos em um mundo focado nas máquinas, onde todos os processos são automatizados. Então, precisamos de uma ferramenta que nos traga garantia. A assinatura digital é a viabilidade legal na realização dos processos automatizados. É um reconhecimento de que o documento é legítimo e traz muitos benefícios, como redução de custos e de tempo nos trâmites dos documentos. Outro benefício latente da assinatura digital é a diminuição da burocracia e de fraudes. O governo vem trabalhando firme nessa questão desde a criação da ICP-Brasil”, explica Alexandre Mac Fadden, Vice-Presidente de Tecnologia da Programmer's ao falar da importância da assinatura digital.
"O ODF não é aderente para se transformar em norma, pois, assim, estaríamos deixando de lado a real importância da assinatura digital. Nossos clientes estão exigindo segurança e a assinatura digital é o único meio legal de fazer isso. Portanto, o Open XML, categoricamente, é o único padrão que atende às exigências das demandas atuais".
“Para isso precisamos nos apoiar em alguns padrões abertos, o Open XML ou o ODF. Precisamos, de um formato de documento que garanta a implementação da assinatura e a melhor opção é adotar padrões abertos. Porém, nem todos suportam essa funcionalidade, como é o caso do ODF, que embora seja ISO ainda não é ABNT. Em pesquisas realizadas em parceria com a UNESP, descobrimos que o ODF não implementa a estrutura necessária para ser uma norma ABNT. O formato não é aderente para se transformar em norma, pois, assim, estaríamos deixando de lado a real importância da assinatura digital. Nossos clientes estão exigindo segurança e a assinatura digital é o único meio legal de fazer isso. Portanto, o Open XML, categoricamente, é o único padrão que atende às exigências das demandas atuais”, enfatiza MC Fadden.
Entenda o processo da proposta de adoção da ISO/IEC 26300 sobre o ODF
• Durante o ano de 2006, a ABNT realizou uma série de reuniões, buscando sensibilizar a sociedade para a necessidade de participação ativa na normalização em Tecnologia da Informação;
• Nestas reuniões, foi ressaltada a necessidade de participação ativa no Comitê Técnico Conjunto da ISO e da IEC, o ISO/IEC JTC1 – Information Technology, para que as normas lá elaboradas levassem em conta os interesses brasileiros e pudessem ser adotadas como Normas Brasileiras. Para tanto, a ABNT criaria uma estrutura que refletisse a do ISO/IEC JTC1 (“espelho”);
• Em 30 de outubro de 2006, ocorreu uma reunião no escritório da ABNT, em São Paulo, quando foi decidida a criação do “espelho” do ISO/IEC JTC1/SC34 – Document description and processing languages. Para essa reunião foram convidadas cerca de 170 entidades/empresas representativas do setor, com o comparecimento de representantes de Assespro Nacional, BR Office, Celepar, Cenpra, Copel, Fenainfo, IBM, IPT, ITS, Microsoft, Ministério da Educação, Ministério do Planejamento, Serpro, Sucesu Nacional e Sun. A lista de convidados desta reunião, com inserção de novas entidades/empresas, foi utilizada como base para as reuniões seguintes;
• Em 22 de março de 2007 ocorreu a 3ª reunião no escritório da ABNT, no Rio de Janeiro, com a participação da Abes, Assespro, Celepar, Fundap, IBM, IPT, Microsoft, ODF Alliance e Sucesu, na qual foi definida a criação de uma Comissão de Estudo (CE-21:034.00) e respectivo plano de trabalho, que contempla a adoção como Norma Brasileira da ISO/IEC 26300 – Information Technology – Open Document Format for Office Applications (OpenDocument) - e a discussão da posição brasileira no ISO/IEC DIS 29500 – Information Technology – Office Open XML File Formats;
• Em 19 de abril de 2007, ocorreu a instalação da CE-21:034.00, no escritório da ABNT, em São Paulo, com a participação da Abes, Assespro, Celepar, Fundap, IBM, Microsoft, ODF Alliance, Serpro, Sun e Unesp. Nesta reunião, foram criados alguns Grupos de Trabalho (GT) para auxiliar a CE em suas decisões, entre eles o GT1 e GT2, os quais foram compostos pelos seguintes:
GT1
Tarefa: traduzir a ISO/IEC 26300 (ODF)
Membros: Abes, Assespro, Celepar, Fundap, IBM, ODF Alliance, Serpro, Sun e Unesp – Coodenador: Jomar Silva (ODF Alliance);
GT2
• Tarefa: Acompanhamento das discussões da ISO relativas à normalização do padrão OPEN XML (ISO/IEC DIS 29500)
• Membros: Abes, Assespro Celepar, Fundap, IBM, Microsoft, ODF Alliance, Serpro, Sun e Unesp – Coodenador: Fernando Gebara (Microsoft);
• Em 10 de maio de 2007, ocorreu, no escritório da ABNT, no Rio de Janeiro, a 1ª reunião da CE-21:034.00, com a participação da Abes, ABNT/ONS-27, BR Office, Comptia, Fundap, IBM, Mas Informática, Microsoft, ODF Alliance, Serpro, Sun, Tivit, Unesp e Virtualpaper.
• Em 21 de dezembro de 2007 foi encaminhada aos membros da Comissão a versão em português da ISO/IEC 26300, elaborada pelo GT1, para conhecimento e análise de todos.
• Amanhã, 19 de fevereiro de 2008, será realizada uma reunião na sede da ABNT, no Rio de Janeiro, para decidir se a norma ISO/IEC 26300 se tornará norma brasileira. |
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Por Dentro
Classe C puxa vendas de PC
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Hélio Rotenberg,presidente da Positivo |
O presidente da Positivo, Hélio Rotenberg, atribui às classes C e D a forte demanda por computadores no Brasil em 2007. Só a Positivo vendeu 1,38 milhão de máquinas no ano, um recorde para um único integrador nacional. “A queda de preço tornou o PC acessível às classes populares e elas foram diretamente responsáveis pela expansão deste mercado”, diz Rotenberg. O presidente da Positivo diz ainda que a penetração dos PCs nestes grupos sociais ainda é baixa e, por isso, acredita que o mercado continuará em crescimento acelerado nos próximos anos. Sobre o boom de vendas de notebooks no Brasil em 2007, Rotenberg atribui o crescimento às famílias que estão comprando seu segundo PC. “Neste caso são as classes A e B migrando para plataformas móveis. Também as empresas estão comprando mais laptops, justamente porque o preço ficou mais acessível. Antes, havia mais resistência das empresas. Notebook era só para diretor. Hoje, as empresas estão mais permeáveis e querem o benefício da mobilidade para um número maior de trabalhadores”. Rotenberg diz ainda que a expansão das redes móveis, como os serviços 3G, e a popularização dos pontos Wi-Fi beneficiará muito o segmento de laptops nos próximos anos. “Não há dúvidas que conforme há mais facilidade de acesso móvel à web, há mais interesse por computadores portáteis”. A partir de março, o Estado de São Paulo coloca em vigor novo sistema para recolher ICMS. Teoricamente, quem fabrica em São Paulo deve ser beneficiado pelas mudanças, já que as novas regras colocam mais impostos no varejista que vender PC fabricado em outro Estado. Rosemberg comentou ainda o cancelamento da compra de laptops educacionais ClassMate PC pelo governo Federal. O leilão, vencido pela Positivo e depois cancelado, visava fornecer 200 mil laptops para escolas públicas e gerou controvérsia com especulações sobre diferença de preços do ClassMate no Brasil e em outros países. “Nós vencemos uma licitação com outros sete integradores e esperávamos efetuar a venda. Houve uma negociação informal com o governo e nos disponibilizamos a baixar nossos preços. Foi uma surpresa e nos causou indignação o cancelamento do leilão”, diz Rotenberg. O governo cancelou a compra alegando que o preço da Positivo, que venceu o pregão eletrônico, ainda era alto.
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Minicom pede que Anatel analise alteração do PGO
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| Hélio Costa, ministro das Comunicações |
A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) recebeu, na semana passada, ofício do ministro das Comunicações, Hélio Costa, em resposta à consulta formulada pela agência, em atendimento à solicitação da Associação Brasileira de Concessionárias de Serviço Telefônico Fixo Comutado (Abrafix) sobre a "conveniência de se revisar o Plano Geral de Outorgas (PGO)". Em sua resposta, o Ministério das Comunicações solicita à Anatel que "elabore e submeta a Consulta Pública, para posterior aprovação do Presidente da República, proposta de alteração do Decreto nº 2.534/98". A solicitação do Ministério das Comunicações está em exame pela Anatel que, segundo suas competências, cumprirá todas as etapas regimentais estabelecidas em seu processo decisório.
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Celulares analógicos são desativados nos Estados Unidos
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A partir de hoje (18) as principais operadoras de telefonia celular dos Estados Unidos, AT&T Wireless e Verizon Wireless, irão desativar as redes celulares analógicas AMPS (Advanced Mobile Phone System). A data estabelecida pela Comissão Federal de Comunicações norte-americana foi apelidada de "pôr-do-sol analógico" e extingue as primeiras redes celulares, que foram desenvolvidas em 1980, dando lugar às redes móveis digitais. A AT&T Wireless anunciou que também irá desativar sua primeira rede de telefonia móvel com a tecnologia digital TDMA (Time-Division Multiple Access). A Sprint Nextel e a T-Mobile USA não possuem redes analógicas. Operadoras de menor porte e que operam telefones rurais também informaram que deixarão de trabalhar com as redes analógicas hoje. Embora os aparelhos analógicos sejam raridade em território norte-americano, a medida afeta sistemas de alarme mais antigos, baseados nas redes AMPS. As operadoras locais afirmam que têm incentivado a migração de seus clientes há alguns meses. O porta-voz da AT&T, Mark Siegel, afirma que há um número muito pequeno de clientes com terminais analógicos. Segundo ele, 99,9% do tráfego da AT&T está baseado em celulares com a tecnologia GSM (Global System for Mobile Communications). A porta-voz da Verizon, Debra Lewis, estima que menos de 1% dos clientes da operadora tinham celulares analógicos, no ano passado, antes que a empresa iniciasse uma oferta de migração para as redes digitais. Embora os porcentuais sejam baixos, o volume representa alguns milhares de assinantes, já que as redes da AT&T e da Verizon somam 60 milhões de usuários nos Estados Unidos. |
Microsoft alia-se à operadora na Rússia para ofertar PCs populares
Uma operadora de telefones móveis da Rússia é a mais nova provedora de serviços a se juntar à Microsoft para oferecer PCs com Windows por meio de assinaturas do programa Unlimited Potential da empresa. A parceria com a Mobile TeleSystem OJSC (MTS), anunciada na quarta-feira (13) durante o Mobile World Congress, em Barcelona, é semelhante a outras parcerias da Microsoft no Brasil e no México que buscam facilitar o acesso de países em desenvolvimento à tecnologia. Com a parceria, a Microsoft entregará, em junho, computadores rodando o Windows Vista que já permitem o acesso à banda larga para assinantes da Mobile TeleSystem, em vez de cobrar uma taxa separada por esse serviço. As duas empresas também devem introduzir novos serviços móveis de comunicação que poderão ser acessados por esses PCs, mas ainda não revelaram quais serviços serão. Tanto os computadores quanto os serviços serão oferecidos para cerca de 85 milhões de clientes da MTS na Rússia, Ucrânia, Uzbequistão, Turcomenistão e Belarus, como parte do programa MTS Connect, afirmou a empresa. O acordo da MTS se assemelha às alianças que a Microsoft já tem com as operadoras Telmex, no México, e Telefônica, no Brasil, que oferecem computadores de baixo custo por meio do Subscription Computing Program (SCP), anterior ao Unlimited Potential. O SCP tornou-se parte do Unlimited Potential, pelo qual a Microsoft trabalha com líderes de comunidades de países onde a tecnologia ainda não tem tanto impacto nos negócios e nas comunicações. |
Instituto prevê queda no ritmo de novos assinantes de celular no Brasil este ano
Embora continuem a apresentar crescimento ano a ano, os países emergentes que figuram na lista das 15 nações cujo total de assinantes de celular mais cresce no mundo devem assistir a uma redução no ritmo de adesão este ano, segundo estudo apresentado pela Informa Telecoms & Media no Mobile World Congress. A Índia, que recentemente superou a China como o país que mais adiciona clientes de telefonia móvel mundialmente, e ocupa agora a primeira posição, será a única das 15 nações que vai adicionar mais clientes este ano que em 2007, caso a projeção do estudo se confirme. O Brasil manterá a sétima posição do ranking entre os países cuja base de celulares mais cresce, mas, enquanto acrescentou 14,38 milhões de novos clientes em 2007, a estimativa da Informa Telecoms para este ano é que o País adicione 11,68 milhões - os números não incluem trocas de aparelho ou de operadoras. Já a Índia, que adicionou 81,2 milhões de assinantes de celular em 2007, deverá ganhar outros 89,83 milhões este ano, de acordo com o estudo. Para os analistas da Informa Telecoms, o que impulsiona o crescimento acelerado da Índia neste momento é a intensa competição entre as operadoras locais, a queda nos preços de aparelhos ao consumidor final e a expansão da cobertura de telefonia móvel naquele país, que em 2004 estava restrita a 13% da população, mas hoje já atinge cerca de 40%. O país asiático, no entanto, ainda tem muito a crescer, salienta a pesquisa, já que em setembro de 2007 (último dado disponível) apenas 17 em cada 100 indianos tinham um aparelho celular, número que na China é de 38 em cada 100 e, no Brasil, de 63, de acordo com números da Anatel em dezembro de 2007. |
WiMAX e 3G travam duelo por banda larga móvel nos notebooks
Apesar de reconhecer que houve um atraso com relação à padronização e à produção dos CPEs (terminais para o usuário final),Victor Agnellini, presidente da Alcatel-Lucent para a América Latina e Caribe, assegura que a tecnologia WiMAX "veio para ficar". Ele revelou que a partir do segundo semestre, fabricantes de notebooks fecharão alianças comerciais para "embutir" chips WiMAX nos seus equipamentos. "Podemos estar atrasados em relação à 3G, mas vamos competir com qualidade e preço, especialmente, nos países emergentes", declarou o executivo. O WiMAX, apesar das críticas sofridas ao longo do World Mobile Congress, que terminou na quinta-feira (14), em Barcelona, na Espanha, continua sendo uma prioridade para a Alcatel-Lucent. "Já temos 20 contratos assinados para implantar a tecnologia, sendo sete na América Latina, além de mais de 70 pilotos em andamento no mundo", destacou Agnellini. Com relação aos contratos de WiMAX da Alcatel-Lucent na América Latina e Caribe - três são públicos - Brasil Telecom, no Brasil, Telmex, no Chile, e na República Dominicana. Outros quatro já foram assinados e estão em fase de implantação, mas as operadoras não autorizaram a divulgação. "É significativo que a América Latina responda por 1/3 dos contratos assinados com o WiMAX. Ela é uma tecnologia que responde à necessidade de acesso à conectividade da região", reiterou o executivo. Sobre as críticas feitas ao longo do World Mobile Congress ao atraso do WiMAX, Agnellini reconhece que, sim, houve problemas com relação à padronização, em especial, no caso dos dispositivos necessários para o acesso ao consumidor final - as CPEs - assim como, as normas para o WiMAX móvel também demoraram a ser publicadas. O presidente da Alcatel-Lucent para a AL e Caribe, no entanto, não integra o time dos executivos que "condenam" o WiMAX. "A tecnologia ainda virá com força. A Sprint-Nextel lançará seu produto em abril. Temos que acompanhar a evolução da rede nos Estados Unidos. Já na América Latina, em especial, no Brasil, também temos que aguardar a questão da regulamentação do uso da freqüência disponibilizada e do impasse judicial das vendas das licenças", salientou. Confiante no poder de mercado do WiMAX, o executivo disse que a partir do segundo semestre, os notebooks com chips WiMAX chegarão ao mercado consumidor. |
Japão atinge a marca de 20 milhões de telefones móveis com TV digital
A entrega de aparelhos celulares compatíveis com serviços de televisão digital móvel ultrapassou a marca de 20 milhões de unidades, pouco menos de dois anos após o lançamento da oferta, segundo dados da indústria local. A barreira dos 20 milhões foi alcançada em dezembro, graças a venda de mais de 1 milhão de aparelhos durante o mês, ainda de acordo com a Associação de Operadoras de Telecomunicações do país. O serviço de televisão digital, com tecnologia chamada de Oneseg, oferece 320 pixels por 240 pixels de resolução e acesso a rede de televisão terrestre local sem custos para o usuário. As radiodifusoras japonesas não possuem nenhum direito digital de gerenciamento do software, o que não facilita para os fabricantes de celular construir funções de gravação nos telefones celulares. Com os telefones tradicionais, não é possível escolher um programa de televisão a partir de um guia eletrônico de programação enviado com cada canal e programa, para que o aparelho grave no cartão de memória e assistir mais tarde. A tecnologia OneSeg foi lançada em primeiro de abril de 2006 no país e o serviço hoje está disponível na maior parte do Japão – e não é popular somente em telefones celulares. Muitos laptops têm a capacidade e também aparece em sistemas de navegação em carros, junto com outros dispositivos portáteis como vídeos e tocadores de música. No Brasil, o serviço que usa a tecnologia OneSeg por enquanto só está disponível para laptops. Empresas como a Tectoy apresentaram pequenos dispositivos com saída USB que podem ser acoplados ao computador e receber o sinal digital de televisão – que foi lançando na cidade de São Paulo em 02 de dezembro de 2006 e que vai levar até 10 anos para estar disponível em todo o País. |
Cresce número de contratações em TI
68% dos diretores de tecnologia pretendem expandir suas áreas de TI, com novas contratações em 2008. Além do crescimento da equipe, 88% dos executivos de TI planejam aumento de remuneração. Essas são algumas das conclusões da Annual IT Confidence Survey, pesquisa realizada pela Eurocom WorldWide com 350 executivos seniores de TI em todo o mundo. A pesquisa revela que a indústria internacional de tecnologia continua em expansão, apesar da recente crise de crédito. Dentre os entrevistados, 53% deles afirmam que estão mais confiantes nos projetos de TI em 2008, em relação a 2007. Para 48% dos executivos de TI a dificuldade em contratar aumentou. Apenas 4% dos entrevistados afirmaram que o aquecimento do mercado facilitou o recrutamento de profissionais. Engenheiros de software são os profissionais mais disputados pelo mercado, de acordo com 54% dos entrevistados. Apesar do aquecimento do mercado, mais de 65% dos executivos disseram que os postos de trabalho estão migrando para as áreas de mão de obra de baixo custo, como China, Índia e Europa central e oriental. |
Substrato
- A Intel inicia nos próximos 90 dias a produção de sua nova plataforma de processadores "Menlow". Esta geração foi especialmente projetada para navegação pela internet por meio de celulares e outros dispositivos móveis. O chip Menlow oferece uma única plataforma para desenvolvedores de software, o que deve trazer melhoras para a experiência dos usuários de Internet móvel. A companhia afirmou que vê mercado para plataformas de chips com o Menlow atingindo US$ 10 bilhões até 2011.
- Os assinantes da TVA poderão em breve ver seus canais de TV prediletos diretamente em seu telefone celular ou no laptop, a partir de qualquer lugar do mundo. Isso porque a empresa fechou acordo com a Sling Media, que produz um aparelho que faz a conexão dos mundos televisivo, internético e celular. Viresh Prashar, diretor de desenvolvimento de negócios da Sling Media, disse que a empresa pretende atuar mais agressivamente no mercado latino-americano e, em especial, no brasileiro
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Empresas de TIC podem participar da CEBIT 2008.
Segundo expectativas da SOFTSUL (Associação Sul-riograndense de Apoio ao Desenvolvimento de Software), pelo menos 15 empresas brasileiras de tecnologia das áreas de software e serviços devem embarcar para Hannover, na Alemanha, e participar da CeBIT 2008, integrando a delegação brasileira organizada pela SOFTEX (Sociedade para Promoção da Excelência do Software Brasileiro) e SOFTSUL, com o apoio técnico e financeiro da APEX–Brasil (Agência de Promoção das Exportações e Investimentos). Até agora, oito empresas brasileiras confirmaram presença nos estandes brasileiros CeBIT 2008, maior feira mundial de TIC. No estande de software ainda há vagas, mas são limitadas. Este ano, a CeBIT acontecerá no período de 4 a 9 de março, tendo a representação do Brasil em dois estandes, um na área de Software e outro na área de Telecomunicações. Mais informações pelo site www.softsul.org.br.
Evento em Campinas discutirá novidades em segurança.
O Centro de Pesquisa e Desenvolvimento em Telecomunicações de Campinas (CPqD) realizará no dia 21, o evento “Segurança: o que há de novo?”, sobre questões relacionadas aos problemas de segurança em diferentes tecnologias, como VoIP, desenvolvimento seguro de softwares e metodologias de proteção à infra-estrutura. Especialistas e gestores de empresas com experiência em segurança discutirão sobre as ameaças em potencial e novas tecnologias de proteção, além de apresentarem novos conceitos sobre o tema e casos de sucesso. O curso acontece das 9h13 às 15h40 e as inscrições podem ser feitas no local (Anfiteatro do CPqD: Rodovia Campinas - Mogi-Mirim, km 118,5), ou pelo site www.cpqd.com.br.
Certificadora Adobe abre vagas para treinamento de Flex e Cold Fusion.
A ENG DTP & Multimídia, certificadora Adobe, anunciou novas vagas no programa de bolsas de treinamento para turmas de março. Após a conclusão do curso, os alunos poderão ser contratados por empresas da área de tecnologia, que são parceiras da ENG. Para participar, é necessário ter graduação em Web Designer ou possuir conhecimentos equivalentes. Os interessados devem enviar currículo e histórico profissional para o e-mail eng@eng.com.br |
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